O Tropix surgiu em 2025, em São Paulo, a partir de conversas entre jornalistas e editores que cansaram de ver a cobertura de cultura jovem reduzida a lista de lançamento ou a polêmica de duas frases. Queríamos um espaço que falasse de zine como fala de série, de festival como fala de preço de assinatura — com a mesma seriedade e sem perder o tom de quem está na rua.
Nossa pauta gira em torno de três eixos. Cultura jovem em São Paulo: coletivos, feiras independentes, quadrinhos, música de garagem e tudo que acontece fora do circuito tradicional. Streaming no Brasil: como as pessoas organizam assinaturas, o que muda quando um catálogo migra de plataforma, e o impacto do preço em reais no dia a dia. Festivais: desde os grandes eventos no Autódromo até programações gratuitas em praças e parques.
Como a redação funciona
Somos uma equipe enxuta. Lara Nascimento cobre cultura e comportamento urbano. Felipe Costa acompanha mídia e tecnologia. Beatriz Souza é nossa referência em música ao vivo e eventos. Textos passam por revisão editorial antes de ir ao ar, e correções relevantes são sinalizadas com a data de atualização no topo da matéria.
Não aceitamos matéria paga disfarçada de reportagem. Quando citamos serviços ou eventos, é porque eles fazem parte da pauta — não porque alguém pagou para aparecer. Nossa política editorial detalha essas regras.
Para quem escrevemos
Para quem tem entre 18 e 35 anos e vive no Brasil — mas também para quem está fora e quer entender o que move a cena daqui. Não usamos linguagem de manual nem de release corporativo. Preferimos frase clara, exemplo concreto e fonte identificada.
Se você tem uma história para contar, uma correção ou uma sugestão de pauta, escreva para [email protected] ou use o formulário de contato. Lemos tudo, mesmo quando não conseguimos responder individualmente.
O Tropix é financiado por leitores e apoio editorial pontual — sem anúncios invasivos nem publieditorial disfarçado de reportagem.